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         Nós, psicoterapeutas reencarnacionistas, falamos com as pessoas sobre a busca da evolução espiritual, da purificação, o real aproveitamento da encarnação e, então, não podemos agir ao estilo: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço…” O nosso maior compromisso quando assumimos esse método de trabalho é conosco mesmos, com a nossa Consciência. Um aluno, no Curso de Formação, começa a trabalhar mais seriamente a sua busca da evolução espiritual, o seu real aproveitamento da atual encarnação. Mas isso não é fácil, pois nenhum de nós é perfeito, estamos todos sujeitos aos gatilhos, às armadilhas, às forças instintivas, às forças que vêm do nosso Inconsciente e às forças negativas exteriores.
         Um psiquiatra, um psicólogo, um psicoterapeuta de qualquer Escola, pode ser um ótimo profissional em seu set terapêutico, e, no seu cotidiano, fumar, beber, sentir raiva, ser triste, magoado, ter sentimento de rejeição, ser ciumento, pode ser orgulhoso, vaidoso, ou ter até uma sensação de inferioridade, que tudo isso pode afetar pouco seu trabalho, ou seja, pode separar a sua vida pessoal da sua vida profissional, porque estará trabalhando com seu paciente. Mas o psicoterapeuta reencarnacionista está primeiramente trabalhando a sua própria busca de evolução espiritual e, com isso, aos poucos, começará a sentir-se desconfortável com as suas imperfeições e inferioridades espirituais, seja nos pensamentos, nos sentimentos, seja nas suas atitudes, pois estará conversando com as pessoas sobre a Purificação, e isso não é uma coisa qualquer.
         As regressões que são realizadas por um psicoterapeuta reencarnacionista são dirigidas, comandadas, pelos Mentores Espirituais das pessoas e não por nós, que nos colocamos como um auxiliar no processo. Mas como isso pode ser feito se o psicoterapeuta está com uma baixa frequência, se bebeu na noite anterior, se fuma, se usa drogas? Que sintonia vai alcançar? Ao invés de chegar o Mentor Espiritual da pessoa, chega um mistificador, um zombeteiro.
         O nosso Curso de Formação é uma Terapia em Grupo de Reforma Íntima, e ao final dele os alunos que bebiam não bebem mais, os que fumavam, não fumam mais, os irritados estão bem mais calmos, os tristes, magoados, sentem-se mais felizes, os tímidos já estão soltando-se, e assim por diante. Porque o tema principal do curso é a evolução espiritual, o que significa melhorar qualquer característica de personalidade, sentimento ou ação que não seja filiada à Perfeição.
         O psicoterapeuta reencarnacionista deve começar aplicando em si os princípios da nossa Escola para ter credibilidade interna para poder ser um auxiliar dos Mentores Espirituais das pessoas que lhe procuram. Deve dar a si o próprio exemplo de que a força de vontade pode ser efetiva para poder dizer isso às pessoas sem que uma voz interior lhe diga: “Quem és tu para aconselhar isso? Você também é assim…”, “Você também sente raiva…”, “Você também é triste…”, “Você também é orgulhoso…”, “Você fuma…”
         E devemos estar atentos aos gatilhos. O que são gatilhos? São os fatos do dia-a-dia, são as pessoas, os acontecimentos que fazem aflorar de dentro de nós o que viemos melhorar nessa encarnação. Sabemos que o que nos ajuda a perceber o que temos de inferior são instrumentos de Deus na nossa caminhada, são potencialmente positivas, embora frequentemente nos pareçam negativas, pois causam desconforto. A vida encarnada é uma sucessão de gatilhos e de armadilhas. O que são armadilhas? São situações que nos parecem benéficas, boas, vantajosas, compensadoras, que vão nos trazer dinheiro, sucesso, bens materiais, mas que na verdade não nos ajudam a evoluirmos espiritualmente. Devemos ter uma vida simples, despojada, tranquila, ganhando e gastando o dinheiro honestamente, sem querer se exaltar acima dos outros e sem querer ser menos, ou seja, não querer ser rico nem pobre, estar na média. Somos todos médios. Humildade é querer ser igual aos outros.
         O psicoterapeuta reencarnacionista, lidando com as pessoas do ponto de vista espiritual em seu consultório, deve primeiramente cuidar de si. Deve procurar entender para o que reencarnou, porque Deus lhe propiciou aquela infância, aquela família, fazer uma releitura do começo dessa vida à luz da Reencarnação, ficar atento aos gatilhos, às armadilhas, procurar ir harmonizando-se com os Espíritos que estão por perto e que sente que são antigos conflitos, ir aumentando o amor em seu coração, expandindo a sua Consciência, tornando-se cada vez mais simples, mais leve, mais desapegado. Deve dar um exemplo aos demais de que está nas fileiras do Exército de Deus e que as armas que usa são a Paz e o Amor. Deve combater o orgulho, a vaidade, a crítica, a impaciência, a irritação, a ansiedade, desenvolvendo a paciência, a compreensão, a obediência e a humildade. E deve procurar eliminar as máscaras que escondem o orgulho ferido e a vaidade escondida, que são a timidez, o isolamento, a mágoa e o sentimento de rejeição.
         Enfim, ser psicoterapeuta reencarnacionista não é uma tarefa fácil, mas é compensadora. Mas não é apenas fazer o Curso e formar-se, atender no seu consultório, mandar fazer cartão de apresentação e colocar anúncio no jornal, como também não é apenas querer ser monitor ou Ministrante do Curso, é conhecer-se, observar-se diariamente, vigiar seus pensamentos e sentimentos, atitudes e palavras, e ver como somos egoístas. O Egoísmo significa apenas que nosso Ego está no comando e isso é um antigo hábito nosso, personas ilusórias, “cascas” de Espíritos. Permitir que nosso Eu Verdadeiro assuma a direção da nossa vida é a maior finalidade da Psicoterapia Reencarnacionista.

Palestra em Belo Horizonte/MG

A Terapia de Regressão já ocupa um importante lugar no consultório de psicólogos e psicoterapeutas em todo o mundo. Mas essa terapia, baseada na recordação de outras encarnações, pode, ou não, infringir uma Lei Divina, a Lei do Esquecimento.
Coloco aqui como é o Método utilizado pela ABPR, que permite conciliar Regressão com essa Lei, seguindo a orientação dos Espíritos superiores encontrada na questão 399 do “Livro dos Espíritos”: “Mergulhando na vida corpórea, perde o Espírito, momentaneamente, a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as cobrisse. Todavia, conserva algumas vezes vaga consciência, e lhe podem ser reveladas. Esta revelação, porém, só os Espíritos superiores espontaneamente lhe fazem, com um fim útil, nunca para satisfazer a vã curiosidade.”

Mas para que a Regressão permita conciliar-se recordação de vidas passadas com a Lei do Esquecimento, é necessário:

1.    Que o comando da recordação seja dos Mentores da pessoa, Eles dirigirem o processo, disponibilizando à pessoa, em sua tela mental, o acesso ao passado.
2.    A recordação nunca ser direcionada pelo terapeuta para a queixa da pessoa, para o motivo de sua consulta, para o seu desejo ou curiosidade.
3.    O terapeuta ser um auxiliar dos Mentores da pessoa, oportunizando-Lhes, assim, proporcionar uma recordação de encarnações passadas eticamente permitidas, segundo critérios superiores.
4.    Nunca incentivar o reconhecimento de pessoas no passado.

Dessa maneira, evita-se um dos maiores riscos da Regressão, o risco kármico, da infração à Lei do Esquecimento, infelizmente, ainda não suficientemente entendido por uma parcela expressiva dos terapeutas de regressão no Brasil e no mundo.

Terapia de Vidas Passadas e Psicoterapia com Regressão

A TVP, desde que surgiu, até hoje, vem sendo utilizada para encontrar a origem e melhorar ou curar sintomas focais, fobias, o transtorno do pânico, depressões severas, dores físicas crônica, etc., sendo então uma terapia breve. Atualmente ela vem evoluindo, em vários países, para uma Psicoterapia com Regressão a Vidas Passadas e a Psicoterapia Reencarnacionista, brasileira, criada em 1996, tem um papel pioneiro nesta evolução, além de trazer o respeito à Lei do Esquecimento, um dos maiores questionamentos do Movimento Espírita, sendo esses questionamentos os mesmos da nossa Associação a esse respeito. A Psicoterapia Reencarnacionista é uma nova psicologia (Psyqué = Alma + Logia = Estudo), um tratamento de meses ou anos de duração, com consultas semanais de 1 hora de duração e 3 ou 4 “Sessões de Telão na Terra”, com 2 finalidades:

1.Consciencial – a mesma função do Telão no período inter-vidas: recordar, sob comando superior, algumas vidas passadas nossas aqui na Terra e podermos avaliar a nossa atuação nelas, se viemos aproveitando-as no sentido espiritual, se estamos evoluindo com o passar dos séculos, para o que viemos reencarnado e para o quê reencarnamos dessa vez, e encontrarmos a nossa Personalidade Congênita, um padrão comportamental repetitivo, encarnação após encarnação, a chave para o entendimento de nossa atual proposta de Reforma Íntima.

2.Desligamento – promovido após a recordação da vida passada acessada, até o desencarne, a recordação da subida para o Mundo Espiritual, a chegada e a estadia no período inter-vidas, até que todas as ressonâncias trazidas da encarnação anterior tenham desaparecido e a pessoa tenha alcançado o que chamamos de “Ponto Ótimo”. São “livros de André Luiz ao vivo”, além de promover, dessa maneira, um desligamento completo, evitando que ocorra um dos maiores riscos da Regressão, o de “ficar lá”.

    A Regressão para a Psicoterapia Reencarnacionista é uma ferramenta que auxilia, como a TVP tradicional, na melhoria focal de sintomas de difícil solução sem o acesso ao passado, mas a principal finalidade da Terapia utilizada no período inter-vidas ter descido para a Terra é nos ajudar a mudarmos a “versão-persona” de nossa infância e nossa vida para a “Versão-Espírito” a esse respeito, relendo nossa infância não como vítimas mas como seus co-criadores, e entendendo as Leis Divinas que regem uma encarnação: da Necessidade, da Finalidade, do Merecimento, do Resgate, do Retorno e da Similaridade.

    Mais informações podem ser acessadas em www.portalabpr.org e www.portalmaurokwitko.com.br

Mauro Kwitko – fundador e presidente da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista (ABPR), médico auto-licenciado do CRM.

Agir e Fazer

Como pessoas que se dizem espiritualizadas permanecem preconceituosas, julgadoras e medrosas? Será que realmente entendem como é a vida espiritual? Como é a vida depois da morte? Se sabem, tem medo do quê?
Deveriam mesmo é ter medo de não fazer nada aqui, das consequências da omissão, da fuga,de não cumprir com os compromissos assumidos. Este sim é um bom motivo para ter medo!quantica
Chegar do outro lado sem ter cumprido o que prometeu deve ser uma dor terrível…aqui a pessoas tem medo de agir, de crescer, de evoluir, tem medo do que vão pensar dela, tem medo de que possam fazer mal à ela.
Assim a vida vai passando, entra ano sai ano, e nada acontece, o tempo passa rápido e quando se der conta já foi. Aí vem outra encarnação igualzinha!
O que será que se descobre quando chega do outro lado e analisa o que viveu? Dezenas de encarnações sem fazer nada significativo, apenas agregando mais energia negativas nos corpos sutis, o que fará com que as coisas fiquem ainda mais difíceis da próxima vez.
As pessoas é que criam toda a dificuldade para si mesmas, adiando o crescimento pessoal e espiritual, fazendo isso de inúmeras maneiras, mas principalmente não agindo para mudar as coisas.
Portanto a questão é agir e fazer, quando se age se cresce, e depois se age mais e se cresce mais. E aí vem o medo de como os outros reagirão ao meu crescimento…
O que falta no mundo não é teoria, e sim ação real, não esse faz de conta que existe no mundo. É necessário e urgente pessoas que se comprometam em agir, em fazer algo para mudar as condições de vida deste planeta, em doar-se por um ideal válido para se viver!
Afinal de contas estamos vivendo tempos memoráveis, testemunhando avanços tecnológicos, da medicina, da ciência e da física, como também estamos recebendo um presente do Mundo Espiritual através da Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica.
Esta é uma terapia complementar vinda do mundo astral com o objetivo de acelerar a evolução espiritual dos encarnados por meio de desligamentos cármicos e conscientização de sua missão nesta encarnação.
A Psicoterapia Reencarnacionista é a união da espiritualidade à psicologia e a psicanálise. Neste momento de transição planetária os espíritos mais evoluídos têm se esforçado na tentativa de esclarecer-nos sobre a necessidade de nos melhorarmos e espiritualizarmos.
Desta forma por meio de regressão terapêutica a vidas passadas, respeitando a Lei do Esquecimento, o mundo espiritual trabalha para desconectar as pessoas de situações traumáticas do seu passado que ainda estejam afetando negativamente sua vida.
Além disso, visa ajudar as pessoas a perceberem se vêm aproveitando ou não as suas encarnações nos últimos séculos e saber para o que vêm reencarnando e para o que reencarnaram dessa vez.
Ou seja, esta terapia vem despertar o ser humano promovendo um salto evolutivo significativo, pois não há mais tempo para procrastinações. É indispensável tomarmos consciência de que vivemos num mundo de ilusões e de aparências, que não condiz com a realidade última. A realidade do espírito: eterno, imortal e indestrutível!

tempo Já não há mais tempo para acomodar-se e ver a vida passar num desfilar de dias e noites sem sentido. Vivendo no “piloto automático” dia após dia, acordando, comendo, trabalhando, pagando contas, entristecendo, enraivecendo, fazendo novas contas, divertindo-se com o intuito inconsciente de anestesiar-se para não pensar.
Não! Não há mais tempo para isso, vamos acordar e buscar o real sentido desta vida, desta encarnação para que seja absolutamente aproveitada.
O que estamos fazendo aqui? Para o quê vivemos? O que acontece conosco depois que partimos deste mundo? O que devo fazer, como viver para sair daqui um vencedor?

São perguntas levantadas há tempos por aqueles já despertos e agora respondidas pela Psicoterapia Reencarnacionista, que vem iluminar nossa mente, alma e coração com os ensinamentos do Mundo Espiritual para que paremos de sofrer em vão e possamos viver nossa vida plenamente.

Giovana Piccoli

Passados 16 anos desde que a Psicoterapia Reencarnacionista começou a formatar-se em nosso planeta, sinalizando a psicologia do futuro, começamos agora a enxergar que, sem perceber, sofremos uma grande influência da Terapia de Regressão (TVP), no seu aspecto dessa ser uma “Terapia breve”, de 2 ou 3 meses de duração. E, com isso, as pessoas chegando para curar sintomas focais como as fobias, o transtorno do pânico, as depressões severas, dores físicas crônicas, etc., a imensa maioria oriundas de vidas passadas, e sabendo que é realmente possível curar ou melhorar de 80 a 90% esses transtornos com 2, 3 ou 4 sessões de regressão, em poucos meses, o tratamento com a Psicoterapia Reencarnacionista passou a ter, para nós, o aspecto de ser uma “Terapia breve”. E começamos a passar isso para as pessoas.

fobiaCom o imediatismo que caracteriza o ser humano, a possibilidade de resolver ou amenizar significativamente transtornos que, com as Terapias tradicionais e mesmo com Terapias alternativas, levaria anos para acontecer ou nem haveria um resultado realmente satisfatório, as pessoas gostaram da ideia e começamos a proporcionar-lhes muito mais Terapia de Regressão do que Psicoterapia Reencarnacionista. Com poucas sessões de Regressão e poucas reconsultas, acontecendo uma melhora bastante satisfatória ou a remissão total dos sintomas de suas fobias, pânico, depressão, dores físicas, etc., elas estavam muito satisfeitas, e nós também. E mesmo que soubéssemos que o trabalho estava apenas começando, pois aí seria realmente iniciada a Psicoterapia Reencarnacionista, que é a Terapia da Reforma Íntima, a Terapia da libertação do Ego, a Terapia do real aproveitamento de uma encarnação, com enorme frequência, as pessoas abandonavam o tratamento, não por estarem descontentes com ele, pelo contrário, por estarem muito satisfeitas com o resultado das Regressões em seus sintomas. Mas e a Reforma Íntima? E a libertação do seu Ego? E a releitura de sua infância? E a versão persona X Versão Espírito (Raciocínio X Contra-Raciocínio)? E o entendimento dos gatilhos e das armadilhas como situações necessárias para o afloramento de nossas inferioridades e intensificação de nossa evolução espiritual? Enfim, as pessoas e nós muito satisfeitos com o resultado das Regressões, mas e a Psicoterapia Reencarnacionista?
A nossa Escola não pode transformar-se em uma Escola de Terapia de Regressão, pois a sua intenção é muito maior, ela veio para salvar almas, veio para nos ajudar a enxergar a nossa vida (começando pela nossa infância) com os olhos espirituais e não mais com os olhos personais, veio para colaborar com os resgates entre Espíritos conflitantes, veio para nos ensinar a retificar nosso Caminho, veio para nos ajudar a evitar desenvolver doenças físicas, psicológicas e psiquiátricas devido a equívocos na maneira de enxergarmos os fatos, situações e os personagens de nossa vida, enfim, Psicoterapia Reencarnacionista não é TVP, ela é a evolução da TVP, é a utilização das Regressões com uma finalidade muito maior do que apenas melhorar ou curar sintomas focais, é a possibilidade da conscientização salvadora, do entendimento retificador, dos insights transformadores. Ela é a mesma terapia utilizada no período intervidas e, como lá, as Sessões de Telão tem um efeito clarificador e esclarecedor, mas não são a terapia em si, essa inicia olhando o Telão e mantém-se por muito tempo, até a pessoa dizer para si mesma: “Tudo foi certo em minha vida anterior, tive a infância que precisei, recebi os gatilhos que necessitei, enfrentei as armadilhas que solicitei, Deus me deu tudo que eu precisava e merecia, o enredo foi escrito com esmero, o Autor é Mestre no Amor e na Justiça, tudo foi correto, onde eu errei? Na minha maneira infantil, egóica e egocêntrica de enxergar. E o que posso fazer agora além de me envergonhar, me arrepender, me sentir profundamente frustrado e aguardar a próxima vida terrena, para ver se, dessa vez, me liberto de mim, me endereço ao meu Eu Superior, enxergo as coisas como são realmente, de uma maneira adulta, e, finalmente, começo a aproveitar essas descidas para a Terra?”
Isso é a Psicoterapia Reencarnacionista no Mundo Espiritual e é a mesma aqui na Terra. É muito mais do que as Regressões (Sessões de Telão), é a mudança na nossa maneira de enxergar, de pensar, de sentir, de agir, é a releitura madura de nossa infância, é a visão clarificada dos fatos/situações/coadjuvantes de nossa vida atual, é a preparação de nosso futuro (nessa e nas próximas encarnações…), é a subida do foco no umbigo para o coração, é aprender a falar e a pensar sem dizer “eu”, “meu” e “minha”, é ir tornando-se um auxiliar de Deus em seu projeto para a Terra, para um dia, poder ser um Seu representante.
E isso pode ser obtido em 2, 3 ou 4 meses? Impossível! É necessário que conversemos com as pessoas que nos procuram (geralmente para fazer Regressão) sobre como é a nossa psicologia, o que ela visa, o que as Regressões proporcionam (o aspecto do desligamento e o aspecto consciencial), explicar que faremos um trabalho em conjunto com sessões de conversa e sessões de Regressão, que o tratamento tem a duração de vários meses, que podem ser encontros semanais, a cada 10 dias ou quinzenais, e qual a finalidade disso. As pessoas devem entender, na 1ª consulta, que Psicoterapia Reencarnacionista não é sinônimo de Terapia de Regressão, que melhorar ou curar sintomas focais não significa evolução espiritual, que libertar-se de uma Fobia ou do Pânico é muito fácil, basta encontrar as situações originárias e desligar-se delas, mas recordar qual a nossa programação pré-reencarnatória, qual a nossa proposta de Reforma Íntima, qual o nosso caminho nessa atual encarnação, recordar para o que reencarnamos, por que co-criamos nossa infância, por que atraímos tudo em nossa vida (o aparentemente positivo e o aparentemente negativo), realmente aproveitar essa passagem pelo Astral Inferior, retornar para Casa como um vencedor de si mesmo, chegar lá em cima como alguém que conseguiu, que sofreu mas venceu, ser parabenizado e não consolado, chegar pronto para o trabalho e não necessitar ser buscado no Umbral ou encaminhado em uma maca para um hospital, tudo isso necessita ser feito em vários meses de tratamento, 8, 10 ou mais. E isso o psicoterapeuta reencarnacionista deve entender e saber explicar para as pessoas que chegam em seu consultório.
imagesO Tratamento é assim: um tratamento inicial de 6 encontros (1ª consulta e mais 2 reconsultas intercalando com 3 Sessões de Regressão), e no 6º encontro, combinamos como continuaremos o Tratamento, se necessitaremos de mais Sessões de Telão ou não, se iremos conversar semanalmente, a cada 10 dias ou quinzenalmente, até quando precisaremos nos encontrar, antes da alta, e essa ser condicionada à mudança profunda que iremos sentindo na maneira da pessoa de pensar, sentir, enxergar a sua vida, entender a sua infância, endereçar a sua vontade e energia, como está evoluindo o seu grau de libertação.
Quando uma pessoa vai realizar um Tratamento com um psicólogo ou um psiquiatra, sabe que a duração será de vários meses ou anos, no nosso caso deve ser a mesma coisa, mas diferentemente dessas Terapias não-reencarnacionistas, a nossa alcança uma muito maior profundidade e abrangência e pode necessitar até mais tempo.
Mas, para que possamos ser eficientes e competentes nesse tipo de Tratamento, no qual somos escolhidos pelo Mundo Espiritual pra Lhes auxiliar com seus discípulos, que estão perdidos aqui na Terra, precisamos iniciar tudo isso conosco mesmos, praticar em nós mesmos todos os princípios da Psicoterapia Reencarnacionista. Muitos querem ser monitores, muitos querem ser Ministrantes, a nossa Escola necessita de muitos monitores e Ministrantes para que possa cumprir a sua Missão de abranger todos os estados do Brasil e outros países. Queremos milhares de psicoterapeutas reencarnacionistas em todos os estados, em centenas de cidades, colaborando com esse Projeto do Mundo Espiritual para seus filhos que estão vagando, adoecendo-se desnecessariamente, conflitando-se, brigando, magoando-se, isolando-se, trilhando desvios e atalhos escuros, quando o Caminho da Luz é tão lindo e tão claro!
Vamos fazer da Psicoterapia Reencarnacionista a Terapia da Libertação que ela é, começando por nós mesmos e estendendo-a aos irmãos e irmãs que nos procuram.

Um dia, um imã e um farol encontraram-se para conversar. Como um imã e um farol foram ao encontro um do outro, como um deles caminhou até o outro, ou foi de alguma outra maneira, deixo a cargo da imaginação e da criatividade de quem ler esse texto. O que sei, é que um dia um imã e um farol encontraram-se para conversar, e conversaram.

– “Ando me sentindo muito mal.”
– “Por quê, imã?”
-“Não sei bem, na verdade estou sempre me sentindo meio mal, raro é o dia em que me sinto bem.”
– “Por quê, imã?”
– “Não sei, sou uma pessoa boa, não faço mal pra ninguém, procuro só fazer o bem, ajudo um monte de gente, trabalho na caridade, num Centro Espírita, mas estou sempre me sentindo pesado, como se estivesse carregando um peso nos meus ombros, a minha cabeça pesa, tenho dores, meu estômago dói, meu intestino não funciona bem, e outras coisas.”
– “Por quê, imã?”
– “Por que você só fica me perguntando “Por quê?”, “Por quê?”, se eu soubesse não me sentia sempre assim, tem alguma ideia do que pode ser?”
– “Tenho, mas você não vai escutar ou, se escutar, não vai concordar e se concordar, não vai praticar.”
– “Mas que negativismo, uma pessoa como você, um farol, sempre bem, sempre brilhando, irradiando essa luz, essa aura maravilhosa, nunca pensei que fosse pessimista, negativo.”
– “Não sou pessimista nem negativista, sou realista. Eu sei por que você está sempre sentindo-se mal, pesado, e posso lhe dizer.”
– “Então diz, estou preparado, ou tem de fazer uma preparação especial para escutar o conselho de Vossa Majestade?”
– “Sem ironia, imã. Escute: você sabe a diferença entre um imã e um farol?”
– “Sei, o imã está sempre mal e o farol sempre bem. Mais alguma coisa, Mr. Luz?”
– “Vou fingir que não escutei. A diferença é simples: o imã capta as negatividades, as densidades baixas das demais pessoas e do ambiente, e fica para si, enquanto o farol capta a Luz do Alto e irradia. O imã assimila as tristezas e as raivas dos outros, o farol endereça a Luz para eles. O imã sofre pelas dores dos outros, o farol endereça a Luz para eles. Por isso, o imã está sempre mal e o farol está sempre bem.
– “Quer dizer que ambos sofrem pelos outros mas o imã capta e pega pra si e o farol não?”
– “O imã sofre pelos outros e assimila esse sofrimento como seu. O farol não sofre, ele apenas observa e entende.”
– “Mas o imã faz mais pelos outros do que o farol! O imã está lá, vai lá, aproxima-se, sente a dor, a tristeza das pessoas, o farol fica lá, numa boa, sempre num lugar mais elevado, apenas irradiando, clareando, iluminando, isso não é egoísmo?”
– “Ambos fazem o seu trabalho, apenas o imã nasceu com a vocação de sofrer pelos outros, e pelo mundo, enquanto que o farol nasceu com a vocação de clarear a consciência das pessoas, de clarear o mundo. Digamos que você veio para sofrer pelas pessoas e eu vim para iluminá-las.”
– “Mas de que adianta iluminá-las? Elas têm tristezas, têm dores, têm doenças, vai ficar só iluminando? Tem que ir lá, curar suas feridas, tratar suas doenças, consolá-las, dar uma palavra amiga, pegar na mão, dar apoio. É muito fácil ficar aí em cima, nesse lugar alto, só olhando, captando Luz, irradiando, eu aqui em baixo me ralando, pegando as coisas delas, sofrendo pelas injustiças, sentindo as dores do mundo, na outra vida quero vir farol.”
– “Eu já fui imã, no passado. Um dia aprendi que captar as dores e as tristezas das pessoas, sofrer pelo mundo, é um misto de bom coração e identificação. E comecei a querer manter apenas o bom coração e me libertar da identificação.”
– “Como assim?”
– “A pessoa imã tem bom coração, quer fazer o bem, e faz, quer ajudar, e ajuda bastante, é uma pessoa indispensável, ela ameniza o sofrimento dos outros, ela consola, mas ela sofre junto, ela capta, agrega a si, e não sabe despachar, eliminar, libertar-se disso.”
– “E por isso sente esse peso, esse desconforto, essa sensação de tristeza, de dor?”
– “Sim, pois além de suas próprias mazelas, agrega as dos outros, além de seus próprios sofrimentos, assimila os dos demais, além de suas próprias tragédias, entra nas dos outros. Entende?”
– “Perfeitamente. Mas como faço para mudar? Você disse que antes era uma pessoa imã e agora é uma pessoa farol, como se faz isso?”
– “A primeira coisa a fazer é entender isso, e você está entendendo, depois tem que aprender a sintonizar com o Alto, mais ou menos permanentemente, e isso não é fácil, necessita uma postura de vida que selecione onde vai colocar a sua atenção, em que vai pensar, como vai sentir as coisas, os lugares que vai frequentar, o que vai ver na televisão, o que  vai acessar na Internet, os assuntos que vai entabular com os demais, enfim, estar com os pés na Terra e a cabeça nas alturas. Será que você consegue fazer isso ou viciou-se em sofrer?”
– “Viciou-se em sofrer? Você está insinuando que eu gosto de sofrer? Que eu sofro porque quero?”
– “Não, não estou dizendo isso, estou falando sobre o hábito de sofrer que as pessoas imã têm, é como um costume, uma atitude perante a vida, não é fácil promover essa mudança, pois muitas forças interiores, muitos ganhos secundários, muitas compensações psíquicas procurarão dar um jeito de boicotar o desejo de mudança, inclusive irritando-se, me criticando, e até sentindo uma inveja que faça com que acione os mecanismos de defesa, o da negação, o da contestação, como já está acontecendo agora.”
– “Inveja? Pra falar a verdade, eu lhe acho meio metido mesmo, sempre  brilhando, chega nos lugares, parece que ilumina o ambiente, todos querem se aproximar, parece que querem absorver a luz que brota naturalmente de você, enquanto eu procuro me esconder, me enfiar num canto, pra não pegar as coisas dos outros, a energia deles, tudo me faz mal, me dá dor de cabeça, dor no corpo, fico enjoado, acho que você tem razão, preciso deixar de ser imã e ir virando farol. Aceita discípulo, amado Mestre?”
– “Não sou Mestre e não aceito discípulos, eu sou um discípulo. Meu Pai é Deus, minha Mãe é a Nossa Senhora, meu Guia é Jesus, sou um instrumento da Consciência Universal, sou um canal por onde jorra a Luz Divina, sou um mensageiro da Esperança, sou um atalho para a Vida.”
– “Como faço para ser um farol?”
– Comece a evitar sofrer pelos demais, a perceber sem agregar, a escutar sem assimilar, a sentir sem captar, e quando não conseguir, tem de aprender a despachar, a eliminar, a enviar para o Alto, para que saia de você e retorne ao Todo.”
– “Eu vou procurar fazer isso, farol. De vez em quando posso vir aqui conversar com você?”
– “Sempre que quiser, imã, eu estou sempre aqui, lembra?”
– “É verdade. Obrigado pelos conselhos, vou procurar segui-los, eu ficarei melhor e as pessoas que se aproximarem de mim, também ficarão, não é mesmo?”
– “Certamente, e fico feliz percebendo que está entendendo que é melhor jorrar Luz do que captar a escuridão, que é mais saudável irradiar a Cura do que captar a doença, que é mais curador transbordar a Claridade sobre o sofrimento do que servir de esgoto para ele. Boa sorte, imã, apareça.”
– “Apareço, sim, farol, fique com Deus.”
– “Estou sintonizado com Ele. Mais do que acreditar em Deus, procure permanecer sintonizado com Ele.”
– “Sim, farei isso.”

Reencarnação

Quem vê esta foto logo pensa que se trata de uma apresentação teatral infantil ou coisa parecida. Mas não é bem isso.
No artigo de hoje veremos o caso desse menininho mexicano, de seis anos de idade, que faz palestras sobre osteoporose e outra diversidade de temas médicos.
Em verdade tudo aconteceu de forma instrutiva e peculiar. O menino mexicano, Maximiliano Arellano, falou, por 45 minutos, para um público composto por médicos e profissionais de saúde da Universidade Autônoma do México.
O tema é incomum para a sua idade, pois discorreu sobre Osteoporose.
Como não tinha um púlpito para sua altura, foi improvisada uma cadeira para que ele atingisse o microfone.
Sua mãe, a Sra. Alejandra de Noé, conta que, desde os dois anos, seu filho demonstrou conhecimento da ciência médica, já tendo realizado palestra, até sobre Anatomia Cardiovascular.
Sua mãe esclarece que ele tem seus passatempos como uma criança normal, como brincar com videogame, fazer natação, etc.
O Diretor da citada Faculdade de Medicina, Roberto Camacho, disse que Maximiliano fala de fisiopatologia com um linguajar de um residente. Por isto está em estudo uma forma de poder introduzi-lo naquela instituição.
Para a Doutrina Espírita, o conhecimento de Maximiliano pela medicina, tão precocemente, demonstra que ele o adquiriu em vidas pregressas e, nesta vida, aflorou na infância. É a única explicação, muito lógica, aliás, para esse fato.
Percebe-se que Maximiliano dá pouca importância para sua memória precoce, pois revela ser um espírito desprendido. Ele afirmou que, quando crescer, quer ser médico, para diminuir as dores das pessoas.
Meus queridos amigos, o Espiritismo tem como um dos seus princípios a reencarnação, uma lei da natureza, e que a ciência convencional ainda não compreendeu.
Ao analisarmos um caso como este, percebe-se que a memória humana é extra cerebral; portanto independe completamente do cérebro.
Quando perece o corpo físico, o Espírito, que é imortal, liberta-se, íntegro, portando suas aquisições intelectuais e morais.
Admitindo-se a realidade reencarnacionista tudo se faz esclarecedor, encontrando a justiça das leis do Criador atuando na criatura e, de forma coletiva, em toda a humanidade.
A reencarnação é um fato.